sexta-feira, 1 de outubro de 2010

tempo

Me perdi no tempo
Com tantos sonhos, a alma atormentada

Resta entorpecida sobre a folhagem da vida

O sol que desponta a leste, inaugura a esperança

O repentista canta nossa realidade



Deixe levar, deixe levar-se

Quem sabe é o tempo que nos canta

Baixinho às gargalhadas, sem parar

Embaralhando as cartas sinistramente

Em outra mão, afia a faca



Deixe-se levar, deixe-se levar... sussurra

O tempo passa lento e rápido, sem oscilar

Tudo é constante nesse momento chamado vida

Não conte os instantes, não se revele

Deixe-se levar, deixe-se levar

Nenhum comentário:

Postar um comentário